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solvabilidade empresa

Sabe como atuar quando a solvabilidade da sua empresa é fraca?

A solvabilidade da empresa mede-se pela capacidade em solver os seus compromissos. Isto é, se tem capacidade para liquidar as suas responsabilidades no curto, médio e longo prazo.

Para as Instituições de Crédito, numa ótica de análise de risco, é um indicador muito importante.

Depende essencialmente do grau de cobertura do ativo por capitais próprios e da capacidade da empresa em gerar lucros.

 

A solvabilidade da sua empresa é boa?

A resposta a esta questão encontra nos resultados obtidos quando mede:

1) Capitais Próprios/Ativo: a autonomia financeira representa a percentagem do ativo da empresa que é financiado pelos capitais próprios (>= 30%); ou…

2) Capitais Próprios/Passivo: mede a capacidade da empresa em solver o seu endividamento através dos capitais próprios (>= 50%);

Se os valores que encontrar estiverem abaixo dos valores referenciados, a sua empresa encontra-se demasiadamente dependente dos credores, sejam eles, por exemplo, fornecedores, bancos, etc. Já testou a Capacidade de Endividamento da sua Empresa?

Quanto mais elevado for o valor destes rácios maior será a estabilidade financeira da sua empresa.

 

Como atuar quando a sua empresa está abaixo dos valores de referência?

Por um lado, começando por avaliar a capacidade de autofinanciamento. Ou seja, medir os meios libertos provenientes diretamente da exploração da empresa (Rendibilidade dos Capitais Próprios = Lucro Líquido/Capital Próprio).

Quanto maior é o valor do rácio maior é a capacidade de autofinanciamento, e portanto, mais rapidamente pode melhorar a solvabilidade da empresa.

Por outro lado, como ação de curto prazo, embora deva ser cuidadosamente avaliada, poderá reduzir o valor do ativo incidindo por exemplo nos stocks ou saldos de clientes ou até mesmo nos valores imobilizados sem utilização ou com baixo grau de utilização.

 

Conclusão

Este é um simples exercício teórico mas que exemplifica na perfeição a importância de prestar atenção a determinados indicadores de gestão. Principalmente pela volatilidade dos mesmos num contexto de desenvolvimento da atividade da empresa e como pequenas mudanças podem fazer toda a diferença.

A informação de gestão disponibilizada pelo contabilista é muitas vezes subvalorizada por parte dos gestores. Contudo, pode igualmente haver situações em que não chega em tempo útil e/ou não serve as necessidades de informação do gestor.

É perfeitamente exequível poder atingir um patamar de reporting onde exista uma visão holística da empresa, dando sentido acionável às suas decisões e avaliação dos impactos das mesmas na saúde económica e financeira da empresa assim como avançar com sugestões para eventuais medidas corretivas.

Por essa razão, é importante que disponha de um Gabinete de Contabilidade que veja a contabilidade como uma ferramenta de gestão e a ponha ao serviço da sua empresa.

 

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